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Sindimoc se reúne com diretor-geral do Detran

Curitiba, 24 de outubro de 2017 | 17h35

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Em reunião com o diretor-geral do Detran, Marcos Elias Traad da Silva, o Sindimoc discutiu nesta terça-feira (24), questões latentes na categoria.

Após casos de divergência entre exames toxicológicos de diferentes laboratórios, o Sindimoc foi em defesa do trabalhador, em busca de uma junta médica para os trabalhadores que foram reprovados por um teste mas aprovados em outro. Agora, o pedido de recurso para refazer o teste toxicológico deverá ser solicitado ao Detran, e o novo teste deverá ser feito no mesmo laboratório que teve o exame reprovado, em até 15 dias.

Outra questão discutida foi referente a Resolução nº 685/2017, publicada em 15 de agosto pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Ela altera a Resolução nº 168/2004, mudando as exigências para que motoristas realizem cursos de transporte escolar e transporte coletivo de passageiros.

O documento proíbe que o condutor habilitado na categoria E frequente essas capacitações, ficando restritas somente para quem tem a categoria D.

Agora, com esta nova regra, muitos condutores que tenham passado direto da categoria C para categoria E não poderão fazer o curso. Terão que “rebaixar” para categoria C, e então realizar novamente os exames e as horas-aula para adquirir as novas habilitações (D e E, sequencialmente) e estar de acordo com as normas.

Para o presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, isto é um absurdo. “Entraremos com medidas judiciais contra essa resolução que vai totalmente contra o trabalhador”, afirma.

 
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