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Sindimoc realiza assembleias para definir adesão de motoristas e cobradores à greve geral de 14 de Junho

Curitiba, 04 de junho de 2019 | 17h32

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Sindicato irá consultar categoria sobre adesão à mobilização em assembleias nas portas de garagens, de segunda a quinta da próxima semana

A partir desta segunda-feira (10), o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) realizará uma série de assembleias nas portas de garagens das empresas, todos os dias, para verificar a intenção dos trabalhadores em aderirem à Greve Geral do dia 14 de junho. Aquilo que a categoria entender que é o melhor a se fazer, será feito. Os principais pontos defendidos pela manifestação agendada são:

Posicionamento contrário à Reforma da Previdência: A proposta aumenta a idade mínima e o tempo de contribuição, mas diminui o valor dos benefícios. Apesar de mexer muito na aposentadoria dos trabalhadores, não muda os benefícios dos políticos e militares. Para os extremamente pobres, oferece uma aposentadoria de R$ 400. Para atingir 100% da aposentadoria, o trabalhador teria que trabalhar por 40 anos sem parar. Pensão por morte será de apenas 50% do que o cônjuge ganhava. 

Posicionamento contrário aos cortes na educação: Universidades, Escolas Federais e Institutos de Ensino Técnico têm sofrido com os cortes de 30% (no orçamento principal que mantém as universidades abertas). Sem esse dinheiro a Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das melhores e mais antigas do Brasil, fecha em menos de 100 dias, com R$ 48 milhões cortados do seu orçamento. Da UTFPR, são 37 milhões cortados. Ao todo, mais de 1,3 milhão de estudantes prejudicados.

Cobrança à geração de novos empregos: Hoje mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, número absurdo para um país que já viveu anos de pleno emprego. Já se passaram cinco meses de governo e nenhuma das decisões trataram de resolver a crise de desemprego do país, que não tem prospecção de melhora, estando fora da lista dos 25 melhores países para se investir. Sem uma ação urgente para resolver esse problema, os pais de família seguem com dificuldades para manter o sustento do seu lar.

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